O lançamento do telescópio NASA “Roman” não impedirá o funcionamento do “Hubble”; ele será mantido e até ampliado.
Resumo da notícia
Quando e onde o tema – planejamento do uso futuro do telescópio *Hubble* até 2030 (primeira fase) e até 2033 (possível extensão). NASA, STScI, Centro de Missões Espaciais Goddard
1. Por que o *Hubble* ainda é importante
- Observatórios obsoletos – novas missões (*Webb*, *Roman* e outras) já estão em operação, mas suas capacidades científicas diferem das oferecidas pelo Hubble.
- Restrições financeiras – a pressão orçamentária força os cientistas a reavaliar as prioridades de uso do equipamento único do veterano.
2. O que mudou nos próximos anos
Evento Ponto-chave Alinhamento orbital Previsto para 2033, mas a atividade solar acelera o processo. Possível “elevação” da órbita Requer início de planejamento e financiamento já no ano fiscal de 2027.
- Se conseguir elevar a órbita, a vida útil do Hubble pode ser estendida até o final da quinta década de operação.
3. O que faz o STScI
1. Pedido à comunidade científica
- Identificar as tarefas mais importantes que só podem ser resolvidas com o Hubble nos próximos 10–15 anos.
- Avaliar a compatibilidade com outras missões (por exemplo, *Webb* e *Roman*).
2. Requisitos técnicos
- Modos de observação necessários, precisão de calibração e outros parâmetros operacionais.
3. Preparação para o “super‑Hubble” – Observatório de Mundos Habitáveis (HWO)
- Como o Hubble pode ajudar na preparação para futuros programas em grande escala.
4. O que se espera da comunidade científica
- Propostas breves sobre planos de observação e requisitos técnicos.
- Submissão até 22 de maio de 2026.
5. Conclusão
- Criação de um roteiro das tarefas científicas e operacionais do Hubble até o final dos anos 2030.
- Suporte garantido ao funcionamento do telescópio até 2033, com possibilidade de extensão até o fim da década.
Assim, apesar do iminente término da quarta década, o *Hubble* permanece uma ferramenta criticamente importante para os astrônomos. O planejamento de seu uso futuro e possível extensão já em 2027 abre novas oportunidades para pesquisas espaciais.
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