A Meta está preparando acesso gratuito ao WhatsApp para seus bots de IA, mas apenas sob certas restrições.
Meta ✴ Platforms abre o WhatsApp para concorrentes em IA
*A empresa Meta ✴ Platforms ofereceu aos concorrentes no campo da inteligência artificial (OpenAI e outros) acesso gratuito ao seu serviço de mensagens WhatsApp na Europa. No entanto, após um determinado limite de mensagens, os desenvolvedores de bots serão cobrados.*
O que exatamente a Meta oferece
- API gratuita – a empresa disponibilizará para chat‑bots baseados em IA na UE o acesso gratuito ao WhatsApp por um mês, enquanto o processo com a Comissão Europeia continua.
- Pagamento após o limite – segundo o plano da Meta ✴, será cobrada uma taxa dos desenvolvedores apenas quando excederem o número estabelecido de mensagens enviadas aos usuários.
Como isso se relaciona com o regulador
1. Proposta na UE
- Na semana passada, a Meta ✴ apresentou sua proposta às autoridades antitruste da União Europeia.
- Isso ocorreu imediatamente após a Comissão Europeia anunciar a intenção de emitir um despacho que obriga a empresa a conceder acesso ao WhatsApp aos concorrentes até a conclusão da investigação.
2. Prazos para feedback
- As partes interessadas deveriam enviar suas observações até 18 de maio – data em que o regulador tomará uma decisão sobre aceitar ou rejeitar a proposta da Meta ✴.
3. Objetivo do regulador
- Os representantes da Comissão Europeia enfatizaram que sua principal missão é manter o mercado de assistentes de IA aberto e competitivo.
- Eles destacaram que a proposta da Meta ✴ “abre espaço para negociações adicionais” sobre a resolução das questões identificadas.
Reação das partes
- A Interaction Company, da Califórnia, e a Agentik, da França – pequenas organizações que obtiveram acesso à API – expressaram ceticismo: não ficaram impressionadas com a proposta da Meta ✴.
- A agência de notícias Reuters relata isso com base em fontes informadas próprias.
Conclusão
A Meta ✴ está disposta a oferecer acesso gratuito ao WhatsApp para concorrentes em IA, mas com a condição de pagamento após exceder o limite de mensagens. A proposta está sob análise da Comissão Europeia, e a reação das empresas usuárias permanece ambígua.
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